sábado, 4 de julho de 2020

SES

Mensagem do dia (04/07/2020) Se puder, fique em casa!

É mais fácil renovar que reformar. Alguns remendos e reformas têm vida curta. Como disse Jesus: "Pano novo em roupa velha pode repuxar e o rasgão fica maior ainda. Não se coloca vinho novo em odres velhos porque os odres se arrebentam". Então, vinho novo em odres novos! Tempos novos, obras novas. Deus quer que tenhamos um novo coração, não apenas aquele velho coração reformado. Ele nos refaz, nos reconstrói. O Espírito Santo é um oleiro que Deus coloca dentro de nós para refazer todo dia, de novo, o que já era muito bom. E, ao final do dia, Deus olha essa nova criatura e, como lá no princípio, diz: "É muito bom"! E Deus viu que tudo era bom, que tudo era novo (Mt 9,14-17)! Pe. Joãozinho, scj - Minisermão.

 

               Edivaldo do Carmo

 

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SEV

Vídeo (Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=RD9inCyzMCQ Acessado hoje).

Um vídeo que vale a pena ver, dado ao teor interessantíssimo do seu conteúdo, o qual ampliará significativamente nosso entendimento horizontal e verticalmente acerca do assunto abordado. Espera-se que goste do material desta seção.


               Edivaldo do Carmo

 

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ESP

Pimba

 

Objetiva evidenciar, sob a força das palavras, a realidade que, de muitas formas, se mostra para nós. Uma estampa pimba interessante diariamente.

 


               Edivaldo do Carmo

 

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SEE

Estampas (Foram retiradas das mensagens recebidas no WhatsApp e selecionadas para esta seção).

 

      Elas retratam nossa realidade inspirando-nos a vivê-la com mais intensidade e sensatez e tendo, diante dos desafios enfrentados diariamente, um comportamento equilibrado e saudável.


               Edivaldo do Carmo

 

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SEM

Em Tempo de Cólera, o Amor - um diálogo sincero, frnaco e necessário - Boa leitura.
- Capitão, o menino está preocupado e muito inquieto devido à quarentena que o porto nos impôs!
- O que te inquieta, menino? Não tens comida suficiente? 
Não dormes o suficiente?
- Não é isso, Capitão. É que não suporto não poder ir à terra e abraçar minha família.
- E se te deixassem sair do navio e estivesses contaminado, suportarias a culpa de infectar alguém que não tem condições de aguentar a doença?
- Não me perdoaria nunca, mas para mim inventaram essa peste.
- Pode ser, mas e se não foi inventada?
- Entendo o que queres dizer, mas me sinto privado da minha liberdade, Capitão, me privaram de algo.
- E tu te privas ainda mais de algo.
- Está de brincadeira, comigo?
- De forma alguma. Se te privas de algo sem responder de maneira adequada, terás perdido.
- Então quer dizer, segundo me dizes, que se me tiram algo, para vencer eu devo privar-me de mais alguma coisa por mim mesmo?
- Exatamente. Eu fiz quarentena há 7 anos atrás.
- E o que foi que tiveste de te privar?
- Eu tinha que esperar mais de 20 dias dentro do barco. Havia meses em que eu ansiava por chegar ao porto e desfrutar da primavera em terra. Houve uma epidemia. No Porto Abril nos proibiram de descer. Os primeiras dias foram duros. Me sentia como vocês. Logo comecei a confrontar aquelas imposições utilizando a lógica. Sabia que depois de 21 dias deste comportamento se cria um hábito, e em vez de me lamentar e criar hábitos desastrosos, comecei a comportar-me de maneira diferente de todos os demais. Comecei com o alimento. Me impus comer a metade do quanto comia habitualmente. Depois comecei a selecionar os alimentos de mais fácil digestão, para não sobrecarregar o corpo. Passei a me nutrir de alimentos que, por tradição histórica, haviam mantido o homem com saúde.
O passo seguinte foi unir a isso uma depuração de pensamentos pouco saudáveis e ter cada vez mais pensamentos elevados e nobres. Me impus ler ao menos uma página a cada dia de um argumento que não conhecia. Me impus fazer exercícios sobre a ponte do barco. Um velho hindu me havia dito anos antes, que o corpo se potencializava ao reter o alento. Me impus fazer profundas respirações completas a cada manhã. Creio que meus pulmões nunca haviam chegado a tamanha capacidade e força. A parte da tarde era a hora das orações, a hora de agradecer a uma entidade qualquer por não me haver dado, como destino, privações graves durante toda minha vida.
O hindu me havia aconselhado também a criar o hábito de imaginar a luz entrando em mim e me tornando mais forte. Podia funcionar também para as pessoas queridas que estavam distantes e, assim, integrei também esta prática na minha rotina diária dentro do barco.
Em vez de pensar em tudo que não podia fazer, pensava no que faria uma vez chegado à terra firme. Visualizava as cenas de cada dia, as vivia intensamente e gozava da espera. Tudo o que podemos obter em seguida não é interessante. Nunca. A espera serve para sublimar o desejo e torná-lo mais poderoso. Eu me privei de alimentos suculentos, de garrafas de rum e outras delícias. Me havia privado de jogar baralho, de dormir muito, de praticar o ócio, de pensar apenas no que me privaram.
- Como acabou, Capitão?
- Eu adquiri todos aqueles hábitos novos. Me deixaram baixar do barco muito tempo depois do previsto.
- Privaram vocês da primavera, então?
- Sim, naquele ano me privaram da primavera e de muitas coisas mais, mas eu, mesmo assim, floresci, levei a primavera dentro de mim, e ninguém nunca mais pode tirá-la de mim.

Do livro "O Amor nos Tempos do Cólera" Gabriel Garcia Márquez.

             

            Edivaldo do Carmo

 

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sexta-feira, 3 de julho de 2020

SES

Mensagem do dia (03/07/2020) Se puder, fique em casa!



A fé cresce quando vivemos em comunidade e fica fraca quando estamos sozinhos. Tomé faltou naquele dia. E era o primeiro dia da semana! Naquela Missa de domingo, Tomé não estava! Não se sabe o que ele foi fazer, o fato é que faltou e, por isso, não encontrou Jesus de Nazaré ressuscitado! Mas, uma semana depois, o Mestre apareceu novamente e, então, Tomé estava lá... e nós conhecemos a história. Jesus permitiu que ele fizesse a sua experiência de fé. Quando estamos na comunidade, temos a possibilidade de experimentar a presença de Jesus. Quando faltamos à Missa, quando faltamos nas atividades da comunidade e, quando não vivemos em comunhão, a solidão enfraquece a nossa fé (Jo 20,24-29)! Pe. Joãozinho, scj - Minisermão.

 

               Edivaldo do Carmo

 

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SEV

Vídeo (Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=nPfAn5oDCy8 Acessado hoje).

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SEP

Pimba

 

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SEE

   

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SEM

LUTO, por ESTEVAM MATIAZZI, publicado em seu blog em 20/06/2020

Estampa disponível em https://eniocastelo.wordpress.com/tag/enio-castelo/ acessado hoje.

100 dias de ‘quarentena’...

Mais de 50 mil mortos e mais de um milhão de contaminados pela Covid-19…

E o Brasil sequer tem um Ministro da saúde…

E, ainda tem quem não acredita no vírus, por ser invisível, mas, acredita no mito, só por ser visível…

Luto, pois a vida é feita de luta

Luto, pois a vida exige labuta

Luto, pois a paz se faz pacífica

Luto, pois a paz não é passiva

Luto, pois lutar é ação de amar

Luto, pois lutar não é se armar

Luto, pois a coragem é virtude

Luto, pois a coragem é atitude

Luto, pois não se vive só de luto

A luta nos ensina a viver o luto

A labuta é resiliente até no luto

A passividade é viver só o luto

A pacificidade é ter paz no luto

 Armar é se alimentar só de luto

 Amar é alimentar a alma no luto

 A virtude é equilíbrio até no luto

 Atitude é ser sensível até no luto

 Luto, pois não se vive só de luto

 

               Edivaldo do Carmo

 

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terça-feira, 30 de junho de 2020

SES

Mensagem do dia (29/06/2020) Se puder, fique em casa!

A tempestade não dura para sempre. Com fé, acredite que tudo passará! Naquele dia, Jesus estava na barca, os discípulos... e houve uma grande tempestade! Jesus dormia, por isso eles ficaram com medo e acordaram o Senhor, dizendo: "Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo"! Toda tempestade provoca em nós um certo receio, um temor e até um medo, às vezes, um pânico, depois um desânimo. A resposta de Jesus para as nossas tempestades continua sendo a mesma: "Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé"? Então, Ele ordenou que o vento cessasse e fez-se uma grande calmaria! Peçamos que o Senhor ordene que termine, também, a tempestade da pandemia (Mt 8,23-27)! Pe. Joãozinho, scj - Minisermão.

 

               Edivaldo do Carmo

 

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SEV

Vídeo (Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=CfpAqvrJLvc&t=111s Acessado hoje).

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