Sejamos bons e justos com todos indistintamente o tempo todo.
Não há nada mais intenso que a força do amor, a necessidade da tolerância, a urgência do respeito, a valiosidade do diálogo e a vitalidade da compreensão; as pessoas precisam da solidariedade, da humildade nos afazeres e da prontidão na convivência.
A bondade deve alojar o coração diariamente.
Sem amor eva bondade, o coração murchará, secará morrerá.
Um coração amoroso e bom verificará nossa humanidade.
Quem diz amar a Deus (a quem não vê), e não é capaz de amar o irmão (a quem vê), será um mentiroso, ima mentirosa.
Comungo com o professor Marcel Camargo, quando escreve que: "Gosto das pessoas doidas pela verdade, loucas para ajudar, malucas pelo bem estar do todo, pelo contentamento natural, sentindo-se bem quando quem caminha junto também está bem, sem inveja, sem mesquinharia alguma".
O professor Marcel afirma também que, ''Em um mundo tão cheio de fúteis e falsas aparências, bem aventurado é quem não se envergonha de si mesmo, e carrega, sem culpas ou reservas, a benção de estar em paz consigo mesmo"; acrescento, com todos, tudo.
A convivência pede-nos não confundirmos as pessoas.
Elas podem "parecerem, mas elas não são como julgávamos que fossem.
Evitemos confundi-las com ares de surpresa, dizendo:
“Ele se parece com aquele meu parente” ou "Ele é da mesma origem que aquele meu conhecido e deve ter as mesmas qualidades; deve ter os mesmos defeitos”!
E acabamos tratando as pessoas com preconceito, projetando nelas as experiências que tivemos com uma pessoa para uma outra pessoa.
Agindo assim, cometeremos erros graves que poderíamos evitar, sendo mais cautelosos.
Irmão carrega irmão, irmandade não tem tamanho, nem idade, nem nacionalidade.
Admiráveis, essas pessoas nos dão um exemplo de que é possível vencer sem passar por cima de ninguém.
Não endureçamos mais a vida perdendo tempo com relações vazias.
O amor não só alimenta o coração humano como lhe dá uma vida útil mais vigorosa.
Quando fazemos o bem às pessoas, somos os primeiros beneficiados.
Sejamos bons, justos e amorosos com todos o tempo todo.
Quanta alegria teríamos, sendo, para o vizinho, a tolerância; para o parente, o afeto; para os pais, a honra; para os avós, a ternura; para o desfavorecido, a entrega; para a criança, o modelo; para os filhos, o exemplo; para a família, o respeito; para o cônjuge, o amor; para o concorrente, a ética; para o cliente, o serviço; para o solitário, o consolo; para o doente, a alegria; para o perdido, a esperança; para o esquecido, o abraço; para o nervoso, a paciência e a calma; para todos, o sorriso; para o Senhor, a fidelidade; para Deus, a obediência; para o Amor, a entrega; para a Trindade Santa, a adoração.
Quando somos os presentes da lista acima, recebemos poder de transformar a cada um de nós, pois estamos nos dando a nós mesmos, no melhor que somos para o despertamento do melhor do outro, de tal forma que, durante nossa existência, possamos ser, uns para os outros, as possas "boas alegrias" de pessoas livres e cheias de Deus.
Tudo é uma questão de atitude, de boa vontade que depende unicamente de nós e das nossas escolhas.
Edivaldo do Carmo

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