Neste
momento de pandemia “mundial” pelo qual estamos passando, temos que ter
paciência, fé, esperança e caridade, na certeza que o Cristo ressuscitado, o
Bom Pastor, conduz com segurança os nossos passos e as nossas ações, mas podemos
confiar, acreditar no seu amor incondicional por todos.
Quem
crê em Jesus, fará o que Ele fez e ensinou que só o amor é capaz de vencer
todos os problemas e conflitos.
Ele
vem fazer morada em nosso coração, se abrirmos o abrirmos a ele, através dos
sentimentos de bondade, gentileza, ternura, compaixão, dentre tantos outros, com
todos os seres vivos.
Jesus
Cristo ressuscitado e libertador nos dará força para superar as provações neste
momento de sofrimento, mas temos que confiar e nunca nos desanimarmos.
Também
quer nos ensinar, neste momento de pandemia, que devemos cultivar a humildade,
que precisamos uns dos outros, que juntos somos mais fortes, que somos iguais
aos olhos de Deus, que ninguém deve se sentir melhor que o outro, pelo
contrário temos que ser humildes, colocar nossos talentos a serviço do bem,
exercendo com humildade para sermos felizes.
Atrelado
ao texto anterior, este diz daquilo que nos faz pensar daquilo que deveríamos
dizer às nossas mães, no dia das mães e em todos os dias da nossa convivência
com ela e em todos os dias da sua existência.
Assim,
num dia tão especial como o “dia das mães”, e todas as homenagens dirigidas a
elas, não são possíveis caber apenas no segundo domingo de maio, repetido anualmente.
Para
este dia tão especial e em cada vez que pensamos, elevamos meus pensamentos a
Deus, em agradecimento pelas suas vidas.
Achei
várias mensagens prontas e lindas mas, ainda faltava algo, foi aí que descobri
que não existe nada tão pronto e perfeito diante da maternidade, e que consiste
em gerar vidas, é se conectar direta e concretamente com Deus!
Diante
disso, podemos atrever em dizer a vocês, queridas mães que, Deus já as escolheu
para uma missão somente e inteiramente; já são abençoadas nos filhos que geraram
e gerarão.
A
propósito do que foi exposto até aqui, certa vez perguntaram a uma mãe qual sobre
qual dos seus filhos ela devotava maior preferência, por qual dos filhos ela
derramava mais amor
Diante
de tal questionamento, deixando-se entrever um sorriso, ela respondeu:
"Nada
é mais volúvel que um coração de mãe. E, como mãe, lhe respondo que o filho
predileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma, será sempre aquele que,
se...
É
o meu filho doente, até que sare. O que partiu, até que volte. O que está
cansado, até que descanse. O que está com fome, até que se alimente. O que está
com sede, até que beba.
O
que estuda, até que aprenda. O que está com frio, até que se agasalhe. O que
não trabalha, até que se empregue.
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