sexta-feira, 29 de maio de 2020

SEM - Seção Edivaldiana (Mensagem)

A vida é cheia de altos e baixos

(Esta Estampa está disponível em  https://br.pinterest.com/pin/575405289883138240/, acessado hoje).


Quando estamos nos altos, tudo parece fluir e, às vezes fazemos algumas besteiras.

Quando estamos nos baixos, tudo parece retroceder; nada avança.

Então começamos a traçar estratégias para sairmos dos baixos.

A oscilação em nossa vida trabalha nossa maturidade e aguça em nós o bom senso. Sempre teremos momentos bons e ruins.

Os bons nos mobilizam.

Os ruins nos amadurecem.

A tempestade, por maior que seja, vai passar.

Se hoje o dia está cinzento, amanhã o dia será ensolarado.

Há algo de uma beleza muito grande naquilo que chamamos de reflexão filosófica, organizada a partir de três grandes conjuntos de questões.

1. Por que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?

Quais os motivos / razões e as causas para pensar o que pensamos, dizer o que dizemos e fazer o que fazemos.

2. O que queremos pensar quando pensamos, o que queremos dizer quando falamos, o que queremos fazer quando agimos?

Qual é o conteúdo ou o sentido do que pensamos, dizemos e fazemos.

3. Para que pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos, fazemos o que fazemos?

Qual é a intenção ou finalidade do que pensamos, diremos e falamos.

Entendermos isso representará um salto na qualidade da reflexão filosófica que devemos ter.

As três questões acima apresentadas têm como objeto de indagação o pensamento, a linguagem e a ação e podem ser resumidas em o que é pensar?

O que é falar?

O que é agir?

Pressupõem a pergunta:

O que pensamos, dizemos e fazemos em nossas crenças cotidianas constitui ou não um pensamento verdadeiro, uma linguagem coerente e uma ação dotada de sentido?

O entendimento dos termos Síntese e Análise se faz urgente e necessário.

Síntese é a capacidade de generalização. Ela é uma explicação que tem validade para muitas coisas diferentes ou fatos diversos. Análise é a capacidade de diferenciação porque mostra fatos e coisas aparentemente iguais são, na verdade, diferentes.

Há uma diferença básica para os termos filosofia e mito, a saber que mito se dá a partir das narrativas dos fatos ocorridos, não se importando nem um pouco com as contradições ou com os aspectos incompreensíveis, mas compensadas e tomadas como confiáveis pela dimensão religiosa.

A filosofia se preocupa em explicar como e porque dos fatos.

Não admite contradições nem incompreensões.

Busca uma explicação coerente, lógica e racional.

A filosofia busca sua autoridade na razão.

A razão é peculiar do ser humano e não somente do filósofo.

Criticar não é o mesmo que falar mal.

Para a palavra CRÍTICA, há três sentidos que devemos entender para que ao criticarmos, o façamos com profundidade e consciência.

1. Capacidade para julgar, discernir e decidir corretamente.

2. Exame racional de todas as coisas sem preceito e sem prejulgamento.

3. Atividade de examinar e avaliar detalhadamente uma ideia, um valor, um costume, um comportamento...

Em nossas críticas é necessário levarmos em conta tais informações para que elas sejam bem-sucedidas e positivas.

 

               Edivaldo do Carmo

 

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