A vida é cheia de altos e baixos
Quando estamos nos
altos, tudo parece fluir e, às vezes fazemos algumas besteiras.
Quando estamos nos
baixos, tudo parece retroceder; nada avança.
Então começamos a traçar
estratégias para sairmos dos baixos.
A oscilação em nossa
vida trabalha nossa maturidade e aguça em nós o bom senso. Sempre teremos
momentos bons e ruins.
Os bons nos mobilizam.
Os ruins nos
amadurecem.
A tempestade, por maior
que seja, vai passar.
Se hoje o dia está
cinzento, amanhã o dia será ensolarado.
Há algo de uma beleza
muito grande naquilo que chamamos de reflexão filosófica, organizada a partir
de três grandes conjuntos de questões.
1. Por que pensamos o
que pensamos, dizemos o que dizemos e fazemos o que fazemos?
Quais os motivos /
razões e as causas para pensar o que pensamos, dizer o que dizemos e fazer o
que fazemos.
2. O que queremos
pensar quando pensamos, o que queremos dizer quando falamos, o que queremos
fazer quando agimos?
Qual é o conteúdo ou o
sentido do que pensamos, dizemos e fazemos.
3. Para que pensamos o
que pensamos, dizemos o que dizemos, fazemos o que fazemos?
Qual é a intenção ou
finalidade do que pensamos, diremos e falamos.
Entendermos isso
representará um salto na qualidade da reflexão filosófica que devemos ter.
As três questões acima
apresentadas têm como objeto de indagação o pensamento, a linguagem e a ação e
podem ser resumidas em o que é pensar?
O que é falar?
O que é agir?
Pressupõem a pergunta:
O que pensamos, dizemos
e fazemos em nossas crenças cotidianas constitui ou não um pensamento
verdadeiro, uma linguagem coerente e uma ação dotada de sentido?
O entendimento dos
termos Síntese e Análise se faz urgente e necessário.
Síntese é a capacidade
de generalização. Ela é uma explicação que tem validade para muitas coisas
diferentes ou fatos diversos. Análise é a capacidade de diferenciação porque
mostra fatos e coisas aparentemente iguais são, na verdade, diferentes.
Há uma diferença básica
para os termos filosofia e mito, a saber que mito se dá a partir das narrativas
dos fatos ocorridos, não se importando nem um pouco com as contradições ou com
os aspectos incompreensíveis, mas compensadas e tomadas como confiáveis pela
dimensão religiosa.
A filosofia se preocupa
em explicar como e porque dos fatos.
Não admite contradições
nem incompreensões.
Busca uma explicação
coerente, lógica e racional.
A filosofia busca sua
autoridade na razão.
A razão é peculiar do
ser humano e não somente do filósofo.
Criticar não é o mesmo
que falar mal.
Para a palavra CRÍTICA,
há três sentidos que devemos entender para que ao criticarmos, o façamos com
profundidade e consciência.
1. Capacidade para
julgar, discernir e decidir corretamente.
2. Exame racional de todas
as coisas sem preceito e sem prejulgamento.
3. Atividade de
examinar e avaliar detalhadamente uma ideia, um valor, um costume, um
comportamento...
Em nossas críticas é
necessário levarmos em conta tais informações para que elas sejam bem-sucedidas
e positivas.
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